
1. Afinal, o que é inovação aberta? O Distrito te explica!
2. Inovação aberta e economia: qual é o cenário?
3. Inovação aberta x inovação fechada: quais as diferenças?
4. Quais benefícios o modelo de Open Innovation traz para a inovação corporativa?
5. Como implementar o Open Innovation?
6. Quais são os principais desafios na implantação do Open Innovation?
7. Como o Open Innovation pode ajudar a impulsionar os talentos da organização?
8. Conclusão
Por maior que seja uma empresa e por mais que ela possua um time focado somente nisso, é bem provável que ela não consiga apresentar as melhoras ideias para inovação sozinha em um mercado tão competitivo.
O desafio está no conceito tradicional de inovação, que utiliza uma estrutura vertical e se baseia em pesquisas internas para o desenvolvimento de novos produtos e serviços, dessa forma, somente então são apresentados ao mercado.
O conceito de Open Innovation — ou inovação aberta, em português — criado por Henry Chesbrough, professor de da universidade de Berkeley, nos Estados Unidos e autor de um livro com o mesmo nome, surgiu para quebrar esse paradigma.
A ideia é justamente ampliar o conceito de inovação de forma que haja colaboração entre empresas, órgãos públicos e pessoas de fora da organização para a criação de novos produtos e serviços. Para muitas empresas, isso ainda pode ser um tabu, já que existem crenças que todas as informações da empresa devem sempre ser guardadas a sete chaves, como um grande segredo.
No entanto, aderir a inovação aberta deixou de ser apenas sobre unir forças para desbravar a ciência que alcançou altos graus de complexidade, mas sim de permanecer competitivo no mercado dado a velocidade que as startups e empresas que adotam o modelo conseguem chegar com produtos no mercado.
Por sorte, vivemos em um mundo hiper conectado, que permite comunicação fácil. Dessa forma, a parceria com outros players ainda pode produzir aquela prática que os empreendedores tanto amam: reduzir custos, com o bônus de diluir os riscos.
Pensando nisso, preparamos este artigo super completo sobre o tema. Ao acompanhaá-lo até o final, você vai entender melhor o que é inovação aberta, como ela se diferencia do conceito tradicional de inovação, quais os benefícios para as empresas, como implantá-la no seu negócio, quais são os principais desafios e, por fim, ainda vai entender como ela ajuda a aproveitar melhor os talentos da organização. Confira!
Em um artigo publicado na Forbes, Chesbrough explica que, antes de ser professor de Harvard e, depois de Berkeley, ele foi executivo de uma empresa de tecnologia do Vale do Silício e, nessa posição, percebeu que o ambiente acadêmico estava muito desconectado do que estava acontecendo no mundo dos negócios.
Quando decidiu voltar para a universidade e fazer seu PhD, quis trabalhar para promover essa aproximação. Foi, então, que ele surgiu com o conceito de Open Innovation em 2003, publicando um livro sobre tema, que propõe uma abordagem de inovação mais bem distribuída entre os stakeholders, mais participativa e descentralizada.
Para entender melhor, vamos colocar a definição exata dada pelo autor: “inovação aberta é o uso de fluxos de conhecimento internos e externos para acelerar a inovação interna e expandir os mercados para o uso externo de inovação, respectivamente”.

Para que você possa entender melhor, vamos abordar as principais iniciativas para que a inovação aberta aconteça de forma fluída:
A cultura de inovação consiste na combinação entre comportamentos, missão, valores e expectativas que movem as empresas que possuem o objetivo de transformar o cotidiano das pessoas por meio do seus serviços ou produtos. Como estimular a cultura de inovação?
Essa conexão também é fundamental para o conceito de inovação aberta. O contato com novas tecnologias no cotidiano da empresa tem o objetivo de expandir as possibilidades de geração de novas ideias em diferentes áreas da empresa, por meio de atividades como:
Vemos, portanto, que estamos falando de uma via de mão dupla. A empresa tira proveito do conhecimento que é produzido externamente, utilizando-os no desenvolvimento de produtos e serviços.
Ao mesmo tempo, o mercado como um todo ganha esse novo conhecimento que foi agregado e outros interessados podem fazer uso dele, formando, assim, um círculo virtuoso para a inovação.
Obviamente, não é todo conhecimento que vai para o mercado, do contrário, a empresa que investiu todo esforço de pesquisa não teria como proteger seus produtos e ter ganhos com isso. Entretanto, durante o processo, podem surgir ideias que não serão utilizadas e que a empresa pode decidir liberar para o mercado para que sejam incorporadas ao processo de inovação de outros interessados.
O conceito provou seu valor e a ideia se popularizou, tanto que Chesbrough conta que, antes de publicar seu livro, fez uma busca pela expressão “Open Innovation” no Google e a ferramenta retornou cerca de 200 resultados. Em 2010, fez novamente a mesma busca e obteve 13 milhões de links.
Daniel Goettenauer, especialista em Inovação no Manaus Tech Hub/Sidia, acredita que a inovação aberta está totalmente ligada ao futuro economia, isso porque a sociedade sempre anseia por novas formas de consumo, cria novas expectativas e sente necessidade de novas visões sociais.
Não é por acaso que, em 2023, foram investidos cerca de US$ 3,1 bilhões em startups latino americanas, mostrando o quanto o cenário de inovação está aquecido.
Também não podemos esquecer do conceito de nova economia, que consiste em uma série de mudanças existentes no mercado e que também impactam as empresas atualmente.
A transformação digital e as novas relações comerciais entre marcas e consumidores mostra muito claramente que é impossível não falar em inovação no cenário do mercado atual, por isso, é fundamental que as empresas conheçam o conceito de inovação aberta e inovação fechada para saber por qual caminho decidirão seguir para aproveitar as oportunidades do mercado.
A diferença entre inovação aberta e inovação fechada está na forma como uma inovação é idealizada e projetada.
No caso de uma inovação fechada, as ideias, pesquisas e os desenvolvimentos necessários para colocar um produto no mercado são gerados dentro da própria organização.
Uma inovação fechada é baseada na visão de que as inovações são desenvolvidas pelas próprias empresas. Da geração de ideias ao desenvolvimento e marketing, o processo de inovação ocorre exclusivamente dentro dos limites da empresa. Neste modelo de inovação, é preciso considerar que:
O problema é que esse processo só funciona bem se cumprir determinados pré-requisitos. Uma das principais questões é que ele demanda um número muito grande de colaboradores altamente qualificados, o que não é fácil de conseguir tampouco barato de manter.
Nos últimos anos, a inovação fechada vem perdendo espaço nas organizações. Segundo Henry Chesbrough, os seguintes fatores são responsáveis por isso:
Quando consideramos o sistema de inovação aberto, a empresa tem a possibilidade de usar recursos externos, como a tecnologia, e ao mesmo tempo disponibilizar suas próprias inovações para outras organizações.
Assim, a inovação surge a partir da interação de ideias, tecnologias, processos e canais de venda internos e externos. Nesse sentido, é possível integrar tanto os funcionários da empresa quanto clientes, fornecedores, pessoas de universidades, concorrentes ou até empresas de outros setores.
No entanto, a troca típica que a inovação aberta prega não significa acesso livre ao conhecimento e tecnologia de uma empresa, uma vez que, como vimos, nenhuma empresa colocaria dinheiro em pesquisa se não tivesse como lucrar com os resultados e, para isso, ela precisa ter exclusividade para usar a inovação que surge disso. Por isso, o termo se refere apenas a redes colaborativas
Ademais, embora a disponibilidade do Venture Capital vista por Chesbrough na época não seja a mesma, não significa que o Open Innovation perdeu força. Agora o capital é alocado de maneira mais critériosa e inteligente, dessa forma sendo esperado que maiores retornos sejam observados mesmo que o volume dos aportes seja reduzido.
Por isso, o termo se refere apenas a redes colaborativas. Em resumo, podemos dizer que a inovação aberta parte do princípio de que ela pode aproveitar o melhor que existe, seja lá qual for a sua origem, enquanto a inovação fechada se dá apenas com recursos da própria empresa.
A inovação aberta traz diversos benefícios para as empresas. Veja os principais:
Algo importante sobre inovação empresarial ou corporativa é que a inovação aberta pode ser uma opção para uma empresa iniciar um processo inovador interno. Em nossa matéria "Como liderar no mercado de inovação empresarial", explicamos as diferentes formas de uma empresa inovar.
O interessante é que muitas dessas formas de promover a inovação envolvem a disposição de diversos setores da empresas estarem abertos ao ecossistema de novas tecnologias, sobretudo, através da conexão com startups, centros de pesquisa, eventos, entre outros.
Nesse sentido, é importante destacar a importância da cultura de inovação para a promoção de um ambiente fértil ao desenvolvimento e à transformação digital. Isso é Inovação Aberta!
Como explicado acima, é quando uma empresa não se fecha no seu universo e adota uma postura de troca, seja com outras grandes companhias, com startups ou, simplesmente, com pessoas de fora do seu ecossistema.
Embora o conceito de inovação aberta esteja se ampliando, pode fazer sentido que uma empresa continue seguindo a abordagem da inovação fechada, adotando um mix de inovação aberta e fechada.
Também pode ser interessante fazer, ainda que aos poucos, uma transição da inovação fechada para a inovação aberta.
O tempo de desenvolvimento de um produto ou serviço, desde os primeiros passos até o lançamento no mercado (time-to-market), está se tornando cada vez mais importante devido a ciclos de vida mais curtos e aumento da concorrência.
A inovação aberta pode otimizar o tempo de desenvolvimento ao dividir as atividades com os parceiros de inovação, uma vez que a empresa não precisa contar apenas com o seu time para desenvolver o trabalho.
Não é raro que a equipe esteja envolvida em outros projetos e tenham que colocar algum na fila de espera. Ou, ainda, pode ser que o time seja pequeno e não dê conta de uma demanda alta de pesquisa e desenvolvimento de diversos produtos de forma simultânea.
Contudo, se a empresa conta com ajuda externa, esse tempo de desenvolvimento pode ser reduzido pela metade em comparação com um projeto interno.
É possível, por exemplo, trazer o projeto para dentro da empresa quando todos os estudos preliminares já estiverem concluídos, deixando para a equipe interna apenas os ajustes finais, que requerem um conhecimento mais aprofundado do modelo de negócios da companhia e do público alvo.
Além disso, essas parcerias permitem que as empresas reajam de maneira mais rápida às novas tecnologias e exigências do mercado, gerando uma vantagem competitiva ou, pelo menos, impedindo que seu negócio seja rapidamente ultrapassado pela concorrência.
Tendo em vista os mercados globalizados e o dumping de preços associados, é possível ver que as empresas estão se esforçando muito mais para reduzir os custos do processo de inovação desde o início do planejamento até o lançamento no mercado (coast-to-market).
Além disso, é importante destacar que o custo para inovar vem crescendo, como aponta um estudo da universidade de Stanford, divulgado pela revista The Economist.
Isso porque, no nível de avanço a que chegamos, está cada vez mais difícil encontrar novas oportunidades para lançamentos de produtos.
Dessa forma, as empresas precisam investir muito mais — recursos financeiros e capital humano — do que faziam há algumas décadas, mas o ganho de produtividade não acompanha esse crescimento na mesma razão.
A inovação aberta proporciona uma evidente redução de custos com pesquisa e desenvolvimento, já que pode se associar a outros players para dividir pelo menos parte do investimento necessário nessa etapa e não só uma economia de gastos.
Existe ainda uma outra possibilidade, que é a de usar conhecimentos que já existem no mercado e recombiná-los de forma a criar algo totalmente novo.
Outra vantagem central da inovação aberta é o fator novidade para o mercado, que ocorre quando o consumidor tem a percepção de que algo é, de fato, uma novidade. Em inovações de produtos, em particular, o grau de inovação geralmente é baixo, porque a maioria das inovações é incremental.
Os produtos existentes são desenvolvidos apenas a partir do processo tradicional de inovação, sem criar valor agregado funcional. Inovações, por outro lado, que são criadas com o envolvimento de outros parceiros externos de inovação, abrem novas funcionalidades e criam novos mercados.
Portanto, se uma empresa consegue integrar bons parceiros nesse processo de inovação aberta, isso pode aumentar significativamente as inovações radicais e, portanto, o fator novo para o mercado.
Um pré-requisito para um alto nível de aceitação pelo mercado de um novo produto, o product market fit, é uma oferta de produto ou serviço que satisfaça as necessidades dos clientes.
Ao integrar empresas parceiras e clientes no processo de inovação aberta, a aceitação do mercado pode ser significativamente aumentada e o risco de desenvolvimentos indesejáveis é reduzido.
Por meio da inovação aberta, é possível aproveitar várias fontes externas e internas de ideias e conhecimento para levar o gerenciamento da inovação a um novo nível.
Quando cria-se relacionamento com players externos a empresa muitas vezes isso gera uma “provocação” para a transformação, dado que pessoas com experiências diferentes levam visões diferenciadas que costumam fugir mais do olhar cotidiano organizacional da empresa.
Além da integração de parceiros externos e funcionários próprios no processo de inovação, as comunidades de inovação aberta estão se tornando cada vez mais importantes.
A criatividade da comunidade é usada para encontrar ideias para produtos inovadores, novos canais de distribuição, novos campos e modelos de negócios. Esse tipo de cooperação abrange a apresentação de ideias, a avaliação da comunidade sobre elas em uma plataforma e até o desenvolvimento dos projetos.
Uma das maiores vantagens do Open Innovation é a interligação de conhecimento e know-how de diferentes setores e áreas de parceiros, o que abre novas perspectivas.
As soluções que já são usadas com sucesso em outras áreas podem ser transferidas para projetos de inovação próprios, o que torna possível desenvolver ideias e soluções nunca pensadas antes.
Às vezes, não é preciso criar novos produtos, visto que um produto já existente no mercado tem potencial para ser melhorado e atrair novos clientes.
Para isso, é preciso reunir uma equipe criativa para melhorar e evoluir a ideia, pensar em novos usos e uma nova abordagem para ele. Um dos benefícios da inovação aberta é que o processo nunca termina. Você está sempre pensando em como pode melhorar um produto ou serviço.
Para grandes organizações presas a processos, muitas vezes é difícil avançar rapidamente com a inovação. Por outro lado, parceiros menores, como startups, geralmente não têm recursos para levar os projetos adiante tão rápido quanto gostariam.
A criação de uma parceria de Open Innovation pode reduzir os custos para o parceiro menor ao mesmo tempo que acelera os prazos para o maior e distribui o risco. Temos visto acontecer isso em diversas áreas e podemos citar o setor financeiro como um dos que mais rapidamente se adaptaram a esse modelo.
Por mais que você leia sobre o assunto relacionado ao seu trabalho, faça cursos e participe de eventos e workshops, em grande parte dos casos, a verdade é que seu círculo profissional continua bastante restrito aos seus colegas de empresa.
Com o modelo de Open Innovation, você vai de fato trabalhar com outras pessoas, de diferentes empresas, de universidades, de órgãos públicos. Isso aumenta exponencialmente seu networking e dá uma visão 360° do setor no qual você atua.
Para a empresa, isso também é benéfico, uma vez que o profissional traz para a organização tudo o que adquiriu nessa troca de conhecimento, inclusive possíveis nomes que podem em algum momento vir a fazer parte do quadro da companhia.
Já imaginou se a gente tivesse sempre que partir do zero na ciência? Seríamos como Sísifo, condenado a rolar uma enorme pedra todo dia até o cume da montanha por toda a eternidade e vendo ela escapar de suas mãos pouco antes de chegar ao topo.
Por sorte, isso não ocorre dessa forma. Atualmente, os cientistas já constroem em cima de todo o conhecimento acumulado pela humanidade ao longo de milênios.
No modelo de inovação fechada, as ideias ficam restritas às fronteiras da empresa e, portanto, não é possível construir a partir delas. Já a inovação aberta promove essa democratização tanto do acesso às ideias quanto em relação a quem pode ter ideias novas.
A inovação aberta é uma resposta muito importante às mudanças nas condições de mercado e às necessidades dos clientes. Na era das comunidades, as empresas que aderirem a essa abordagem estarão entre as primeiras a acessar o amplo conhecimento.
Dessa forma, elas fornecem soluções melhores, mais rápidas e mais acessíveis do que seus concorrentes.
A forma como o Open Innovation será implementado, no entanto, vai variar de acordo com a empresa. Cada organização tem requisitos individuais que dependem, por exemplo, de unidades de mercado, B2B ou B2C, indústria em ritmo acelerado ou complexidade das tecnologias e competências aplicadas.
Mas o que todas têm em comum é a base necessária da estratégia e a cultura de inovação aberta. Para estar entre as melhores, é necessário ter uma estratégia clara e uma cultura que permita e promova a abertura do processo de inovação.
Uma estratégia de Inovação Aberta define os objetivos e a orientação das atividades. As seguintes perguntas devem ser claramente respondidas:
Muitas corporações não sabem por onde começar, o que fazer e como iniciar esse processo de inovação. Uma das alternativas em casos como esses é se aliar e estar presente em centros de inovação. Dessa forma, a marca está se vinculando às iniciativas inovadoras que aquele espaço está fomentando.
Os hackathons são maratonas que envolvem programadores, desenvolvedores, designers gráficos, gerentes de projetos e outros profissionais multidisciplinares para trabalhar em projetos de tecnologia, com o objetivo de criar um recurso novo ou achar uma solução para uma questão proposta.
Boa parte das startups é formada por profissionais que trabalhavam em grandes corporações ou por jovens egressos das melhores universidades do país. Estamos falando de pessoas altamente capacitadas e criativas.
Ninguém mais qualificado para apontar o que pode melhorar no seu produto ou serviço do que a pessoa que o utiliza, não é mesmo? E essa sujeito não é ninguém menos do que o próprio cliente.
O crowdsourcing é um processo colaborativo no qual as pessoas se reúnem em torno da solução de problemas ou para desenvolver algo específico.
A cocriação é uma estratégia em que você traz pessoas de fora para dentro da sua empresa com o objetivo de estimular a inovação.
Como em tudo na vida, o Open Innovation também apresenta alguns desafios para as empresas. O primeiro deles está ligado aos aspectos de propriedade intelectual e a riscos legais. Existe um potencial para disputa sobre direitos de propriedade intelectual que pode obstruir o desenvolvimento de inovações apresentadas por fontes externas.
Por isso, é preciso controlar com rigor quais e quantas informações a empresa pretende abrir. Além disso, é fundamental firmar um contrato, que discorra sobre a propriedade intelectual e cláusulas de confidencialidade.
Portanto, a inovação aberta é uma estratégia que pode redefinir o futuro das empresas. Em um mercado dinâmico, trabalhar sozinho pode limitar o crescimento. A colaboração com startups, universidades e especialistas acelera o desenvolvimento de novas soluções e reduz riscos.
Muitas empresas já adotam esse modelo para se manterem competitivas. Afinal, confiar apenas em recursos internos pode ser um obstáculo. O cenário mudou, e a inovação acontece de forma descentralizada. Empresas que se conectam a esse ecossistema têm mais chances de identificar oportunidades e lançar produtos mais alinhados às necessidades do mercado.
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