
Executivos e lideranças do setor bancário e do ecossistema financeiro como um todo.
11:30
Credenciamento e recepção
12:00
Da palma da mão aos sistemas cognitivos - o digital banking dá lugar ao autonomous banking
Por quinze anos, a vantagem competitiva dos bancos esteve na experiência digital: aplicativos mais rápidos, contas mais simples, crédito menos burocrático, sustentados por ganhos reais de eficiência operacional. Neste keynote, Gustavo Gierun apresenta a transição para o Autonomous Banking: a era em que o ativo dominante deixa de ser a interface e passa a ser a infraestrutura cognitiva, a capacidade de sistemas de inteligência artificial compreenderem o comportamento e as necessidades de cada cliente, antecipando decisões e sugerindo caminhos antes mesmo de serem solicitados.

Gustavo Gierun
12:20
Bank Brain: a memória fundamental para criação de sistemas agênticos
O conhecimento que um banco acumula sobre cada cliente, histórico de relacionamento, decisões, documentos, interações e contexto, hoje está distribuído entre sistemas especializados e pessoas, sem um ponto único de consolidação. Neste keynote, Gustavo Araújo apresenta o Bank Brain: uma arquitetura de memória corporativa que organiza esse conhecimento de forma estruturada e auditável, ampliando a visão de risco e relacionamento por cliente, preservando a continuidade institucional e estabelecendo a base de dados para que sistemas agênticos possam, no futuro, operar com autonomia crescente, tanto no atendimento a pessoas físicas quanto na gestão de relacionamentos com pessoas jurídicas.

Gustavo Araujo
12:40
Da governança ao ROI - os desafios de implementar IA em instituições financeiras
Entre a decisão de adotar IA e a entrega de resultado mensurável, instituições financeiras enfrentam um percurso mais complexo do que a tecnologia sozinha resolve: exigências regulatórias específicas do setor, estruturas de governança e gestão de risco de modelo, qualidade e segurança dos dados, e a dificuldade real de traduzir iniciativas de IA em retorno financeiro comprovado. Neste painel, executivos e especialistas discutem os obstáculos práticos enfrentados na implementação de IA em bancos e instituições financeiras, do desenho de governança à mensuração de ROI.

Diego Duque

Fernando Mattar

Daniel Pettri

Eduardo Santos
13:10
O protagonismo das pessoas na era dos bancos autônomos: a tecnologia avança rápido, a maturidade para incorporá-la, não.
Nenhuma transformação tecnológica se sustenta apenas pela capacidade técnica de quem a constrói, ela avança na velocidade em que a organização consegue absorvê-la: cultura, capacitação, redesenho de papéis e um RH preparado para conduzir essa mudança, não apenas administrá-la. Neste painel, executivos e especialistas discutem o que efetivamente diferencia instituições financeiras que conseguem transformar prontidão tecnológica em maturidade organizacional, e o que ainda falta, na maioria dos bancos, para que as pessoas estejam à altura da tecnologia que já têm em mãos.

Victor Harano

Dorival Dourado

Caio Infante
13:40
Almoço & Networking
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Por 15 anos, o diferencial dos bancos foi a experiência digital: app mais rápido, conta mais simples, crédito menos burocrático. Essa disputa chegou ao limite, e a diferença entre um banco tradicional bem digitalizado e uma fintech de ponta nunca foi tão pequena. O próximo campo de disputa é a decisão.
Crédito, risco, receita, pagamentos e operação passam a operar em tempo real por meio de uma nova camada de inteligência, capaz de analisar contexto, aprender com cada transação e executar ações com níveis crescentes de autonomia.
O AI Banking Day reúne lideranças do setor financeiro para discutir como essa transformação acontece na prática, da definição da estratégia à preparação das pessoas e, finalmente, à execução em escala.