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nov

Venha conhecer o primeiro lab para Makers
Você sabe a diferença entre um coworking e um Venture Building Campus?

Você sabe a diferença entre um coworking e um Venture Building Campus? Para entender um pouco mais o Startupi conversou com Gustavo Araújo, responsável pela área comercial e de Matchmaking do Distrito, Campus de Venture Building localizado em São Paulo.

Foto: Divulgação

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Para começar, existe uma grande diferença entre coworking e Venture Building Campus, pois existem critérios de seleção das empresas que entram para o espaço e também porque existem serviços específicos que transformam as startups residentes em empresas com maior potencial de sucesso. Segundo Gustavo, quando isso acontece, os membros do Venture Building Campus passam a pertencer a algo maior que a própria empresa, passam a pertencer a uma comunidade comprometida com o trabalho que realmente faça a diferença. Por outro lado, em um coworking encontramos muitas pessoas que simplesmente não querem trabalhar de casa ou do escritório e buscam um novo ambiente de trabalho. Portanto as propostas são bem diferentes; o Venture Building Campus é focado em resultados e para se manter no Campus a startup precisa mostrar que tem grande potencial.

No Distrito, localizado no bairro Jardins, os empreendedores ou startups já possuem certo estágio de maturidade com três características específicas: possuem MVP (Minimum Viable Product – Protótipo) ou estão no máximo a 60 dias de lançamento de um MVP. Ou seja, possuem um produto pronto. Já foram minimamente funded e possuem alto potencial de crescimento.

Foto: Divulgação

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Dentro do Campus do Distrito diversos serviços são oferecidos para suportar o crescimento das startups como:

Office e Office Services (Espaço de coworking): Infraestrutura de fibra ótica, conference rooms, eventos, VOIP e demais serviços básicos de conectividade e escritório.

Assessoria jurídica: patente de algoritmos, suporte com processos de investimento com Venture Capital ou Anjos e ajuda com contratos de parceiras comerciais.

Assessoria contábil e gerenciamento financeiro: Empreendedores mais técnicos recebem ajuda com o básico do financeiro, com reports para acionistas, para que eles possam focar 100% do seu tempo em desenvolver o produto.

Palestras, workshops e cursos: Muitas startups possuem dificuldades por falta de conhecimento de diversas áreas como; marketing de performance, programação, vendas, inbound marketing, prototipagem, etc. Por isso existe uma grade de cursos para suprir essas necessidades.

Investimentos: Existe uma rede de VCs e grupos de anjos para os quais as melhores startups do Campus são apresentadas. O empreendedor recebe ajuda em todo o processo de estruturação do Funding, no Valuation e na parte jurídica para que investidores e empreendedores tenham uma relação saudável.

Assessoria para execução: Startups recebem ajuda com a execução do dia a dia com uma equipe técnica (hardware ou software).

Outsource Development: Parceiros do Distrito como SendGrid (email marketing), Microsoft (cloud) entre outros oferecem seus serviços com preços subsidiados ou de forma gratuita aos residentes.

Um grande diferencial do Distrito é o Matchmaking, onde aproximam novos empreendedores das grandes empresas. “Levamos startups para grandes multinacionais que muitas vezes fazem o funding do negócio através de contratos de prestação de serviços. Atualmente temos Pernod Ricard, Sony, Coca-Cola e outras empresas fazendo trabalhos nesta linha conosco. Para a multinacional o matchmaking é incrível porque apenas através dele as multinacionais são capazes de gerar projetos disruptivos na qualidade e na velocidade que o mundo atual exige. Além disso, investir em startups é muito barato e pode render dividendos milionários no modelo de negócio atual da empresa ou criando novos” garante Gustavo.

Hoje o Distrito conta com mais de 107 membros, mais de 41 startups e vários cases de sucesso. Por exemplo, a Startup Contro.ly, que recebeu um aporte via Funding de Anjos e criou o primeiro banco do bem 100% digital do Brasil. Outro exemplo é a BoozeBox, uma máquina capaz de produzir rapidamente e com dosagem precisa mais de 200 tipos de drinks, que recebeu aporte através do Match Making com a Pernod Ricard.

Agora para o segundo semestre, o Distrito está se preparando para a inauguração do Distrito MAKERS em Alphaville, que será o primeiro LAB para “fazedores” no Brasil. Será um espaço de mais de 1000 m² onde as pessoas podem ousar em construir, implementar e desenvolver projetos. “Teremos equipes de Hardware e Software para auxiliar qualquer pessoa a sair de lá com um protótipo funcional em mãos. O espaço contará com diversos equipamentos como impressoras 3D industriais, máquinas de corte a laser, impressoras de placa de circuito, bancada de solda e componentes como beacon, bluetooth, wifi entre outros” afirma Gustavo.

Foto: Divulgação

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Qualquer empresa, Universidade, escola ou empreendedor poderá usar o MAKERS como laboratório de testes e protótipos utilizando toda tecnologia e mentores prontos e preparados pra auxiliar.

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Além de todos os serviços oferecidos pelo Distrito, o empreendedor estará próximo de outros empreendedores e startups brasileiras e internacionais, fortalecendo seu networking e gerando possibilidades de novos negócios. O Distrito também oferece palestras e treinamentos com importante agentes do ecossistema.

VIA http://startupi.com.br/2015/08/entrevista-confira-as-novidades-do-distrito-makers-para-o-segundo-semestre/

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